LOUKA LINDA ASSASSINA DE ALMA LADRA DE MENTE ...
ESTRANHA,
STRESSADINHA
DEMAIS, AINDA
PERTUBADA,
SUICIDA,
CHEIA DE DAR FUROS,
MAIS NO FUNDO
MUITO LEGAL
AFFE PELO MENUS É
O QUE EU AXU NEH
E NA MINHA VIDA LUTAR POR MEUS IDEAIS
SALVAR O MUNDO , SNIF SNIF E SOH TOH
JAH AGRADEXIDA
MORTA , CANSADA
RECLAMONA DE TUDO
AI AI CADA DIA ISSO AUMENTA MAIS
Suas respostas continuam marcadas. As respostas corretas aparecem em outra cor. 1. Eu estava com saudades de meu príncipe, que combatia na África e me deixava só no Vale do Mondego. Mas eu era feliz. De repente, fui levada para Lisboa onde fui morta junto com meus filhos a mando do avô deles — o rei de Portugal. Acusaram-me de ser uma ameaça à soberania portuguesa. Depois disseram que fui rainha após ter sido morta. Quem sou eu?
Sou uma senhora cobiçada pelos trovadores; Inês de Castro, do episódio de mesmo nome, de Os Lusíadas, de Luís de Camões; Inês Pereira; da farsa de mesmo nome, de Gil Vicente; D. Maria I, rainha de Portugal, chamada de "a louca"; Blimunda Sete Luas, do Memorial do Convento, de José Saramago.
2. Já vou logo falando que, pra mim, a maior qualidade de um homem são os confortos que ele pode me dar. Não interessa que seja muito velho, feio, ou gordo. Já quis me casar com um príncipe e foi um horror! Desde então, meu lema passou a ser “mais vale uma besta que me carregue do que um cavalo que me derrube” (acho que eu seria muito popular nos dias de hoje!). Adivinhou quem sou?
Dinamene; Mariana, de Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco; Clara, de As Pupilas do Senhor Reitor, de Júlio Dinis; Inês de Castro, de Os Lusíadas; Inês Pereira, de A farsa de Inês Pereira.
3. I — Eu amava Simão mais que tudo. Não me importava de ele ter matado meu primo; sei que fez isso por amor a mim. Ninguém jamais amou ou foi amada como eu. Quando me separaram de Simão, não me restou nada além de morrer. II — Eu amava Simão mais que tudo. Fiz o que pude para ficar ao seu lado, mesmo sabendo que ele amava outra. Até o ajudei a ficar com ela. Era esta sua vontade. Minha felicidade era estar a seu lado. Amei em silêncio, mas amei muito. Sofri em silêncio. Morri abraçada nele.
Somos respectivamente:
Inês de Castro e Inês Pereira, de Amor de Salvação, de Camilo Castelo Branco; Clara e Margarida, de As Pupilas do Senhor Reitor, de Júlio Dinis; Juliana e Luísa, de O Primo Basílio, de Eça de Queirós; Teresa e Mariana, de Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco; Sibila e Violeta, de A Sibila, de Augustina Bessa-Luís.
4. I — Minha vida era perfeita até a empregada interceptar cartas que troquei com meu primo mulherengo. Tudo se tornou um inferno; ela me chantageava, obrigando-me a fazer o serviço dela: lavar, passar, limpar ... Eu tinha de obedecer, pois Jorge, meu marido, me mataria se soubesse de certas coisas ... Acabei ficando louca. II — Minha vida era um inferno até eu que consegui interceptar cartas que minha ímpia senhora trocava com seu primo. Sim! Eles mantinham uma sórdida relação! Era a minha chance de mudar de vida. Foi o que fiz. Minha vingança foi curta, porém dulcíssima.
Quem somos nós, respectivamente?
Luísa e Juliana, de O Primo Basílio, de Eça de Queirós; Juliana e Luísa, de O Primo Basílio, de Eça de Queirós; Mariana e Teresa, de Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco; Clara e Margarida, de As Pupilas do Senhor Reitor, de Júlio Dinis; Sibila e Violeta, de A Sibila, de Augustina Bessa-Luís.
5. Meu pai queria que eu fizesse um bom casamento. Acho que isso é que me impediu de casar com o Brás. Ele não dava rumo à sua vida, não demonstrava a menor iniciativa, e meu pai acabou me empurrando aos braços de Lobo Neves. Mas isso não impediu que eu e o Brás não tivéssemos nossos furtivos encontros vespertinos, sempre protegidos pela cândida D. Plácida ... Quem sou eu?
Marcela, de Memórias Póstumas de Brás Cubas Sofia, de Quincas Borba Helena, de Helena Virgília, de Memórias Póstumas de Brás Cubas Iaiá Garcia, de Iaiá Garcia.
6. Sou discreta, embora digam que sou a mais importante figura feminina da literatura brasileira. Exagero. O fato é que o ciúme de Bento acabou tornando minha personalidade dúbia e complexa. Mas sou uma mulher simples. Há quem me considere independente e determinada, capaz de impor minha vontade. Mas sou uma criatura dócil, incapaz de um gesto agressivo (ou de uma traição). Más línguas dizem que sou dissimulada. Não sei por quê.
Sou Capitu, de Dom Casmurro Sou Dona Glória, de Dom Casmurro Sou Custódia, de Dom Casmurro Sou Marcela, de Memórias Póstumas de Brás Cubas Sou Sofia, de Quincas Borba
7. Meu marido é um bruto. Eu é que tenho que falar e que fazer as contas. Só presta para a lida na roça. É de onde vem nosso sustento. Isso quando o sol deixa. Se não tem trabalho, a gente tem de perambular de um lado pra outro. Temos que sair carregando tudo. Pelo menos pra isso os meninos servem. Quem sou eu?
Madeleine, de São Bernardo, de Graciliano Ramos; Ana, de O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo; Sinha Vitória, de Vidas Secas, de Graciliano Ramos; Conceição, de O Quinze, de Raquel de Queirós; Marina, de Angústia, de Graciliano Ramos.
8. Fui criada para ser mulher: casar, cuidar dos filhos e do lar. A vida burguesa me sufoca! O que mais me angustia é que mudar depende mim. Essa liberdade me enche de medo e de mais tristeza, pois concluo que também sou culpada. Embora minhas reflexões sejam sinceras e profundas, as pessoas só lembram de mim porque, num momento de solidão e desespero, pus na boca uma barata que passeava na parede do quarto da empregada. Quem sou (Sou? Essa pergunta me apavora.)
C.L., de A Paixão segundo C.L S.M., de A Paixão segundo S.M N.S., de A Paixão segundo N.S C.A., de A Paixão segundo C.A G.H., de A Paixão segundo G.H
9. Muito antes dos transexuais aparecerem, eu já arrasava no sertão. E arrasava mesmo: me vestia de homem e lutava de igual para igual com tudo quanto era jagunço. Ninguém jamais desconfiou de que por baixo dos trapos, atrás da facas e do rifle, havia uma mulher sem amor. Só quando morri descobriram. Meu amigo Riobaldo se apaixonou por mim, mas nunca teve coragem de dizer porque estava convencido de que eu era homem. Mas quem sou eu afinal?
Darandão / Darandina (Primeiras Estórias, de Guimarães Rosa); Brejeirão / Brejeirinha; (Sagarana, de Guimarães Rosa); Diadorim / Diadorina; (Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa); Miguilim / Miguilina; (Manuelzão e Miguilim, de Guimarães Rosa); Nininho / Nhinhinha; (Primeiras Estórias, de Guimarães Rosa).
10. Adoro ouvir a Rádio Relógio. Durmo num quarto com quatro moças que não falam comigo. Não percebo quando zombam de mim. Não noto quando me exploram ou me desprezam, como o Olímpico faz. Pelo menos é isso que o Rodrigo S.M. acha. É ele quem conta minha história. Não sei se dói ser feia, pois não sei se sou feia. Na verdade, não sei nem se sou. Você sabe?
Maria da Paz, de Laços de Família; Macabéa, de A Hora da Estrela; Maria da Penha, de Água Viva; Glória, de A Hora da Estrela; Maria do Socorro, de Perto do Coração Selvagem.
hj sei q matei minha felicidade superei a toda adversidade e fiquei apenas com a saudade saudade da liberdade ...
hj cai em devaneios de sonhos onde deixei me fazer por terceiros mais cometi o pior dos crimes matei minha liberdade...
agora choro de vontade e saudade mais a coragem surge e se vai ... coragem de largar tudo e recontruir soh q a ganancia do mundo me criou
deixei o amor ... troquei pela dor deixei a liberdade... troquei pela insanidade deixei de viver .... a dei pra voce espero q não venha a me devolver pois jah nem saberia mais viver ....
o triste martirio da ansiedade misterioso entardecer somente as lagrimas sabe da saudade saudade maldita q habita saudade q maldita c faz-me sofrer a maldiçao. saudade q doi sem ser .machuca sem matar por deixar a doce aflição corroer onde me humilha e malttrata
saudade sentimento tão puro, duro,sensato , aguntiante amargo e cruel saudade amigo fiel. de instintos fatais doença de todos mortais onde a realidade sobrepoe e repoe a insanidade e mata de saudade